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Protesto pela realização da brigada na Universidade de Aveiro

Exma. Senhora Dra. Isabel Lobo, Directora do CST de Coimbra
C/c à imprensa

Em nome da Direcção da ADASCA venho apresentar o nosso protesto pela realização da brigada a decorre hoje na Universidade de Aveiro.

Por diversas vezes, deslocaram-se grupos de jovens da dita universidade ao Posto Fixo da ADASCA com o propósito de fazer a sua dádiva, para não dizer todos, mas a maioria nem com o médico da brigada contactaram, nem sequer foi efectuada a sua inscrição. O administrativo despachou-os como se indesejáveis se tratassem no local, bastava declararem-se estuda da UA, o que provocou algum desagrado.

Estamos perante uma gravíssima incoerência em relação quem decide onde as brigadas devem ser feitas, e quem deve ou não ser aprovado...

Podem dar-nos as desculpas/justificações que entenderem, uma coisa é certa, há muito que deixamos de confiar em quer que seja.

Vamos exemplificar: se me abeiro do fogo, posso aquecer-me, se me atiro para cima dele. as queimaduras podem ser graves. É exactamente o que está a acontecer com esta sessão de colheitas naquele espaço universitário, com um foco do Covid-19 a queimar os neurónios a quem ali estuda e trabalha.

Por fim, parece-nos estranho que o Conselho Directivo do IPST não tenha uma palavra a dizer-nos não só isto, mas, sobre tanta coisa que está acontecer, que me nada abona para a imagem duma instituição se quer intocável.

Palavras leva-as o vento, as acções ficam! É gozar com quem trabalha e nunca cancelou uma brigada vai para 14 anos.

Cumprimentos

Joaquim carlos - ADASCA
www.adasca.pt

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