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A frustração invadiu a brigada da ADASCA no dia 16 de Junho

Devo um pedido público de desculpas pelo que aconteceu ontem (Dia 16 de Junho) na brigada no Posto Fixo da ADASCA, espero que seja aceite e compreendido, ainda que o erro não deva ser imputado a esta associação.
Tivemos o cuidado, como sempre o fazemos, de informar a senhora Directora do CST de Coimbra que um grupo de estudantes da Universidade de Aveiro ia deslocar-se ali para aderir à dádiva de sangue. A brigada não foi reforçada, nem sequer informada do que iria acontecer, com excepção do administrativo.
É triste viver estes acontecimentos, quando já assistimos a uma certa gritaria de que existe escassez de determinado grupo de sangue.
Com procedimentos destes não vamos a lado nenhum. Afinal o que falhou? Não foram atendidas mais de 15 pessoas, a maioria dadores habituais. Vivo com elas a frustração do que aconteceu. Algumas deslocaram-se de longe. É frustrante, senão mesmo desmotivante.
O que se passa com o CSTC/IPST? A comunicação não funciona? Porquê? A quem se deve estas falhas? Numa empresa privada seriam pedidas responsabilidades...
Não pode haver falta de dadores, há sim, falta de aproveitamento.
Por fim, os elementos que formam a brigada para a recolha de sangue, não são funcionários da ADASCA, como muitos dadores pensam, são do IPST.
Este é o país que temos e nele vivemos. A culpa continuar solteira, ninguém quer casar com ela. Vai ficar para tia...
Sinto-me desconcertado com tudo o que aconteceu!
Vontade de virar costas não falta!!!

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA